segunda-feira, 12 de setembro de 2005

eles se amavam, incondicionalmente. havia conflitos, internos, mas haviam. afinal, ninguém é perfeito. só q um belo dia ele não quis mais nada com ela. apesar d nada ter mudado, a não ser o curso natural de mudanças que continuam dando o mesmo sentido pra vida, sem realmente mudar mta coisa. ai nem preciso dizer o qto ela sofreu. ele sofria. calado. mudo pra ele mesmo, cego pras reações doke td akilo causava. mas num foi possivel ser mudo-cego por mto tempo não. ah. ele não aguentou, assumiu toda a saudade, todo o amor. pra ele mesmo. não suportou e foi atrás dela, assumir tudo pra ela. procurou. procurou. procurou até que enfim, encontrou. olhando em seus olhos, sem saber o que dizer, mesmo parecendo mudo e cego ainda, ela o olhou profundamente, se jogou nos braços dele. beijaram-se. reabrindo a porta entre-aberta. e então, tudo ficou bem. na mais perfeita paz. para todo o infinito daquele momento.

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