quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

antes de dormir, gosto de te mandar uma mensagem de boa noite.
é como se fosse um aviso de sono. a única satisfação q eu te dou no dia.
eh foda esquecer
eh fácil esquecer
digo fácil quando a gente esquece sem saber que esqueceu
sabe quando a gente esquece?.. então, esqueceu e tá esquecido.
fácil, né?!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

e dai um cara me seguiu hoje.
só que eu não tinha flor nenhuma.
e ele era quente. eu sentia a temperatura dele mesmo sem encostar nele. e tava chovendo e nem tava calor.
e daí q eu nao tinha nenhuma flor pra dar pra ele...
eu acho q ele era um mágico.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

o medo deixa em negrito os melhores lugares a se percorrer
Andando suavemente, a garota pegou duas flores do chão. "Aquelas flores". Então, começou a girar as flores, uma em cada mão, como se fossem aqueles pirulitos que vinham com hélices de helicópteros. Pensou em deixar novamente na mesa do cara do estacionamento caso ele não estivesse, mas ele estava lá. E no meio desse pensamento, a flor da mão direita começou a se desfazer, então ela jogou na frente de uma garagem, onde chegava um táxi para estacionar. Fez um pensamento positivo, torcendo para que o taxista tivesse visto a flor. Não o ato dela, mas somente visto a flor. Andou mais um pouco, e resolveu respirar a flor que havia restado. Mas que delícia de perfume! Estava gotoso, suave e dava para sentir perfeitamente! Será a temperatura agradável do verão ao anoitecer? Será que aquela era uma flor feliz e predestinada, por isso tão especialmente perfumada? Bom, só sei que ela se sentiu tão segura após cheirar aquela flor, que sempre que alguém se aproximava, ela respirava aquele aroma para se sentir mais segura ainda. Ela sabia que ninguém do mundo, enquanto estivesse segurando aquela adorável flor-sem-nome, ousaria se aproximar dela para lhe fazer algum mal. Dito e feito. Sorria e segurava a flor com as duas mãos, como se estivessem cheias de amor! Queria não só abraçar, como beijar o mundo. Sentiu uma vontade imensa de dar aquela flor de presente para alguém. Mas não encontrava coragem. E assim, andava se olhando, olhando para seus pés, enxergando a flor balançando para frente e para trás, via seu all star vermelho bonitinho e sua calça com uma cor clara indefinida caindo por cima deles. Pensou que queria andar, andar, andar sem se cansar. Andar sem parar e sem se cansar. Estava experimentando um gozo enorme ao andar naquela rua, com aquela flor perfumada que lhe dava segurança, com aquela temperatura agradável de verão, com aquele céu do anoitecer lindo que ela só conhece naquele bairro. Não se cansava de andar nem de cheirar a flor. Estava. Ela simplesmente estava lá, como alguém que existe. Ela estava existindo. E nem sei se posso arriscar a dizer que ela estava feliz porque não sei se seria essa a palavra pra expressar tudo o que ela sentia. Na verdade ela sentia amor. Muito amor. Amor demais. E queria dividir com todos, dar flores ao mundo. Ok. Atravessou a avenida sorrindo, segurando a flor com as duas mãos novamente. Com sorte, seu ônibus já a esperava. Não sabia onde guardar a flor, já que o transporte coletivo estava bem cheio. Pendurou a flor-sem-nome no bolso menor de sua mochila. Na verdade guardou o cabo entre os dois zípperes, deixando a mostra as pétalas, para todos verem como ela era especial (a flor). Pediu licença para as pessoas próximas à porta em que iria descer, e estacionou seu corpo em pé no degrau. Ficou olhando para o rapaz que havia deixado o traseiro de seu corpo no degrau. Mas não olhou muito. Olhou pouco, o suficiente para imaginar como ele deveria ser em seu cotidiano, sua vida, qual seria sua personalidade. Imaginou uma personalidade pessimista. Viu que não usava aliança. Mesmo assim, imaginou-se dando a flor para ele e dizendo "Seria um disperdício eu levar essa flor perfumada para minha casa". Percebeu o quão especial a flor era. Uma simples flor jogada no chão. Uma flor do acaso. Se transformou em a flor-sem-nome, a mais perfumada, por isso especial. Acho que como já disse, era predestinada. Ela teve um significado para a garota. Teve um significado para mim, assim como teve um significado para você também, e ainda terá um significado para o rapaz da personalidade pessimista. A garota ensaiou a frase na cabeça um milhão de vezes. Decidiu que de qualquer jeito, dizendo ou não dizendo, iria entregar a flor. Realmente, seria quase um pecado trazer a flor de volta, e não teria coragem de dar à ninguém na rua, pois já havia escurecido, e após entregar a flor, a segurança que seu perfume em seu poder lhe dava, iria escapar de suas mãos; aliás, suas mãos já haveriam feito a doação. Quando menos percebeu, seu coração estava saltando pela boca! Estava em uma grande excitação e seu ápice seria a entrega da flor! Apertou o botão de "parada solicitada", o ponto estava chegando, cada vez mais perto... ai seu coração! sua boca! sua flor!... Bum! Foi inexplicável. Bem na hora de descer, ela olhou para o rapaz, colocou a flor em frente ao seu rosto (que estava voltado para o chão) e disse: "pra você". E meio tímido, com um rosto de quem não sabia como reagir, ele respondeu "obrigado". Nossa! Eu só sei que aquela menina saiu daquele ônibus quase gemendo. Ela fazia um sonzinho baixinho, parecia que estava miando. Estava muito, mas muito contente. Ela fez algo. Ela fez uma transformação de significados em cima de um objeto. E adorou! Se sentiu LI-VRE. Se sentiu criadora, criativa. Se sentiu como aquela flor. Especial.
sonhei.
mas acabei de esquecer com o que.
só q foi tão importante o sonho, q eu até perdi a hora de levantar.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

Oração de São Francisco

Senhor,
Fazei de mim um instrumento de vossa paz !
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz !

Ó Mestre,
fazei que eu procure mais.
Consolar, que ser consolado.
Compreender, que ser compreendido.
Amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna !

domingo, 12 de fevereiro de 2006

- tah tudo bom. a respiração, a pressão, a chapa. tudo bom. não é nada não. vou te passar um xaropinho. - diz Dr. Lineu
- ha. será que então, Freud explica? - diz a paciente, sugerindo uma piadinha básica
- heheh - riem, contrangidos, os presentes na sala do consultório
vem cá, cá, e conta pra cá o que é que está acontecendo...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

to doente. acho q to carente. to doente de carência.
espirrei tanto q voou muco pro meu cabelo.. ecaaa.. meu cabelo.. podia ser tudo, menos o meu cabelo.

a propósito. hj eu deitei no divã. e adorei. funciona mesmo.

tenho mais outra coisa pra falar..
vcs pensam q não vai durar, q não vai dar! não quero ver isso como se fosse um desafio, mas as coisas não são bem como vcs estão pensando...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

3º post (concecutivo) que fala sobre Clarice Lispector
e que, aliás, não fala sobre ela e sim, ela diz aqui que...

"O PRESENTE

...Amor será dar de presente um ao outro a própria solidão? Pois é a coisa mais última que se pode dar de si."


Oh my! como ela me faz pensar demais com somente 2 frases, ou somente uma, ou apenas um título!!! tsc tsc.. estaria ela pensando no casamento? estaria ela se contradizendo ao dizer depois sobre a insônia, que é extremamente solitário (e que pode ocorrer até com quem é casado - mas isso ela não diz)?! não. apenas conclui que nada pode ser tudo. tá, eu explico: qualquer coisa não pode ser tudo. o amor não precisa ser somente a troca da solidão entre duas pessoas em TODOS os momentos... pode até ser na maioria dos momentos, mas em todos não. pq tb a gente sempre deve guardar espaços, momentos, lugares etc para nós mesmos......
e esse tal de dom da sensibilidade inteligente (assim como chamou c. lispector a capacidade de utilizá-la na captação imediata da atmosfera de pessoas cuja tenha tido ligeiros contatos), é, acho que vc não a tem.
sabe de uma coisa?... rascunhos são uma boa pedida, são bons e tão úteis que chegam a se tornarem peças primordiais em qualquer tipo de escrita.
tô cansada de mudar meus posts logo depois que os publico. mas a primeira 'publicada' é como se fosse o rascunho. o rascunho sério, que na verdade não nasceu para ser um rascunho.

ai ai.. ando lendo c. lispector demais!!!
acho q hj estou meio... agressiva
parece que eu sei o que quero.. até demais.
e isso não é estranho.. vindo da Camila?
foda-se as fichas
já sei que estou apaixonada
nao preciso ficar dizendo ou pensando comigo se estou ou não depositando/apostando fichas.
foda-se as fichas
estou apaixonada.
é melhor assim
estar meio doente
e não estar com pessoas q não são exatamente com quem gostaria de estar..
não ir contra minha vontade!
e é por isso que eu digo que é melhor assim...
nem um pouco arrependida (é o q faz eu me sentir bem pelas minhas escolhas, pois sei que não estou perdendo nada)
uma bosta eh ver q tdas as vzs q eles se encontram, eles discutem sobre dinheiro.
q ela gastou tanto do dinheiro q estava com ele, mas ele soh deu tanto pra ela, q nao sei qm tah devendo sei lah qnto pra nao sei qm. um fala do outro q gastam demais, ou q comem demais, ou q são sedentários demais. e se fecham cada vez mais pro MUNDO.

uma bosta. bela bosta.

mas ateh ai, eu fico criticando e achando q tem várias coisas q não funcionam no relacionamento deles, mas nao posso falar mta coisa tb pq nunca tive um relacionamento que durasse pelo menos 2 anos.. putamerda, ando com vontade d namorar, d ficar junto com akela pessoa q vc tanto quer estar e q te conhece e q vc conhece tão bem. tempo.. tempo amigo.. nao digo que espero por vc, tempo, mas seja meu amigo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

recomeço, renovação. vamos lá, galera! jogar o q tá velho e esvaziar a casa pra chegar coisa nova! vamos lá!!!

edit post: e qndo começar a querer desistir de jogar fora, eh melhor descansar por hj e retomar amanhã! viu?!
"O artista plástico cearense Aldemir Martins morreu, aos 83 anos, no início da noite deste domingo, após sofrer um enfarte em sua residência, na região do Ibirapuera (zona sul de São Paulo). "

domingo, 5 de fevereiro de 2006

f., eu sei q nao nos falamos mais,
mas ainda tenho algo a te dizer:
que vc precisaria começar a se preocupar
em conhecer o conteúdo da forma.
ou que vc realmente precisaria descobrir
o conteúdo da forma.

por favor, leia e tente entender o que as letras das músicas que vc ouve querem dizer.
a vida não é assim tão sem sentido.
primeiro dê algum sentido à tua vida que depois verá que alguém encontrará algum sentido em vc.

sábado, 4 de fevereiro de 2006

E tudo o que quiser, terá.
Desde que siga as regras do jogo,
Desde que sorria na frente de um monstro,
Desde que compreenda passagens sofridas
Como aprendizado
(e que isso não se repita).
Se tiver o amor no coração
(e abrir seu coração),
Se as lágrimas funcionarem como uma faxina interna
e não como uma faca de ameça,
Se perceber o quanto é feliz
Só pelo simples fato de buscar SUA paz na SUA verdade.
Esquecer de fazer coisas sem sentido,
Fazer tudo o que o sentimento pedir.
Verá que não podemos ter tudo o que queremos,
(pois é impossível SER e TER tudo)
Mas irá querer tudo o que tem.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

olha o bizarro:
- alo, camila?
- oi, qm tá falando?
- aqui é a jéssica.
- jéssica, que jéssica?
- a jéssica do colégio.
- colégio? que colégio?
- al..kami..
TU TU TU TU TU

uns 30 segundos depois...
- alo, é a camila?
- é.
TU TU TU TU TU

mas q porra eh essa?? hauahjuahau.. qm mandou essa mina bizarra com essa desculpa mais bizarra ainda ligar pra minha casa soh pra saber c esse era o meu telefone??? q zuado..

sem falar q eu não gosto desse nome 'jéssica' e tb pq tda jessica tem jeito de ser falsa.
sonhei com a coisa mais contraditória possível...
sonhei com o otávio, q pra mim é o símbolo da monogamia... só q a gente tava numa casa onde tava rolando uma orgia. hahahah. estranho, né?! e qm estava lá q tinha namorado, tava sozinho.. o q nao eh contraditório, mas essas pessoas estavam se divertindo VENDO o q os outros estavam fazendo... hmm..
pensando bem... eu gosto de bom tamanho dOS MEUS carnavais. mas o do coco foi o melhor.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

+ RESUMOS ULTIMUS CARNAVALIS

-carnaval 2002 e/ou 2003 (não necessariamente nessa mesma ordem): vinhos, lua, estrelas, policia, coco, vomito, celular quebrado, conversas, reagge e/ou casa da karina, sem roupa, bebidas, bunda branca e gordinha, mais alguma bebida, chiclé no cochão

-carnaval 2004: tão bebinha q ateh hj não me lembro mto bem das coisas q eu fiz, a não ser qndo eu vejo as fotos, dah pra ter uma leve noção.

-carnaval 2005: jureia, muquifo, turma, anestésicos, sei lá.

-carnaval 2006: ... deixa pra depois
Confiança, um ato de coragem

Não quero te convencer de que você deva confiar nas pessoas, de que todos devem confiar um nos outros quando, na verdade, o caminho é o inverso. Quero que você confie em mim. Isso mesmo. Só que vou me esforçar para que isso ocorra, vou fazer a minha parte. Acho que na verdade você deveria passar confiança, e para tal atitude, em primeiro lugar, você deve confiar em si, e para isso deve ter o amor sentido e por sua vez, para recebê-lo, precisa abrir seu coração. Você não abre seu coração talvez por medo, receio, e por isso que concordo com uma frase que li, que o medo é a ausência do amor.
Quero passar confiança e amor, para atingir meus objetivos que terá como conseqüência confiarem em mim.
Quero que você faça o mesmo e assim se preocupará em mudar o que realmente está em seu alcance: você mesmo.
Espalhando e ao mesmo tempo concentrando o amor. Amenizando, cada vez mais, o seu ego. Como conseqüência, irá acabar contaminando as pessoas de amor, confiança, assim, na tentativa de exercer a paz.
É difícil não olhar para o outro sem se comparar. A malícia está em nos percebermos, mais do que olhar para o lado somente para compararmos com o que o outro está fazendo, achando que demonstra desse jeito quais são suas intenções.
Se alguém te enganar, azar da pessoa que o fez. Pode ser, provavelmente, alguém que não tem amor sentido, sem confiança na vida. Essa pessoa se recusa a receber a luz. Imagine como alguém vive dessa maneira.
Mas lembre-se de que o amor somente entra no coração daquele que o abre por conta própria, por próprio punho e risco. Só você tem a chave. Às vezes escondemos de nós mesmos algumas chaves que precisamos, mas para a nossa mente, tudo tem um por que.
Estamos aí. Eles se arriscam por nós sim. E eu sinto que devo me arriscar por eles também, além de me arriscar pelo amor sentido e expresso.

Camila Martinez Silva