sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O mal-resolvido

Ser rejeitado é foda.
Do nada a pessoa para, completamente e absolutamente de fazer qq coisa que esteja relacionado a vc.
E vc fica se perguntando o que é que vc fez de errado.
Mas de tanto pensar, chega na conclusão de que foi melhor assim... aquela pessoa era louca demais pra vc.
Vc cansou-se de pessoas malucas.
Decide que só irá se relacionar daqui pra frente com quem faz análise.
É um critério de seleção, como em alguns empregos ou cursos para psicólogos...
Assim é melhor, não tem como não ser bom.
Se bem que nada é garantia de nada... e a pessoa pode ser mais louca ainda do que vc gostaria que ela fosse.
"Bom, mas pelo menos ela procura se entender", vc pensa.
Mas aí, de tanto pensar, vc chega na conclusão de que não deva pensar em mais nada e deixar as coisas assim como estão.
Porém há um elemento inconsciente que te faz atuar.
Ou seja, te faz ter atitudes completamente imaturas por pura falta de reflexão e por estar distanciado de si.
Depois de fazer a coisa, vc fica tão envergonhado, que sente vontade enfiar a sua cabeça por deibaixo da Terra.. mas que esse enterro seja tão profundo que sua cabeça derreta quando se aproximar ao centro dela.
Depois de tudo... de atuar, de pensar, de deixar pra lá... e até de concluir coisas, vc chega a uma outra conclusão (que não a última).
Conclui que já fez e pensou muita merda e que é difícil deixar pra lá coisas inacabadas; que enquanto o tempo não passar, ou vc não dialogar com o responsável de sua perturbação mental, continuará pensando e fazendo merdas.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Feitiço

Senti como se fosse mágica, uma força invisível de encantamento. Fiquei envolvida por aquela energia. É como se ele tivesse feito de propósito. Como se ele usasse tal arma e escolhesse a dedo com quem usar. Uma paz, um equilíbrio, uma harmonia sem igual.
Mas sinto estar tudo errado. Não posso achar que é a solução. Pois incrivelmente a ansiedade me deu um tempo, está cada vez mais controlada. Por outro lado, esta magia faz-me sentir serena. Só preciso tomar cuidado para não achar que a solução está aí; enquanto na verdade, está aqui, aqui dentro de mim.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Se eu tivesse coragem, faria.

Se tivéssemos uma certa proximidade, como era antes, eu ligaria para você e diria para colocar no "The Biography Channel", no programa "Minha História de Fantasma". Se eu conseguisse conversar com você, eu diria que ainda te quero e que ainda penso em você. Perguntaria sobre o que aconteceu, pediria uma explicação pra essa situação tão sem sentido pra mim.

Vou parar por aqui. Já misturei tudo.

Paixão platônica

Você deve não saber que eu ainda te quero, que ainda penso em você.
Me causa calafrios, e estas borboletas se alimentam destas ondas de frio que atravessam minha barriga e meu coração.
Isso tudo já faz um tempão. E é muito ruim sentir estas coisas sem poder compartilha-las.
Ao teu lado fico alegre, medrosa, passo mal, minha pressão abaixa, minha cabeça gira, dá voltas no passado, presente e futuro.
O teu jeito me encanta, o teu cheiro me enfeitiça.
Já me escondia para cheirar tua blusa, desejando que você me visse fazendo isto cmo uma declaração minha para você.
Já pensei em te procurar, mas só consigo nos meus sonhos te buscar.
Me empolgo quando você diz o meu nome e quando você me olha sem eu saber.
Me irrito com tanto sentimento desperdiçado e sem saber o que se passa aí, do outro lado.
Você continua sendo uma das pessoas mais interesantes que eu poderia conhecer, mas pena que disso você não quer mais saber...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Inconsciente, atemporal e infantil.

Essa moça cresceu tanto para umas coisas e ao mesmo tempo travou em tantas outras!!! Como se estivesse na janela vendo algumas coisas passando diante de seus olhos por falta de maturidade de se jogar pra vida.