terça-feira, 28 de setembro de 2010

O começo

"No sono profundo, ela se aproximou, se ajoelhou e o beijou suavemente. Acordado, ele se assustou, abriu os olhos arregalados e ao vê-la ao seu lado, se acalmou e fez movimentos calmos com os braços e a cabeça para se ajeitar melhor no sofá."

Denúncia

Minhas palavras me denunciam, meus olhares ilegais também. Na verdade sei que é uma mãozinha do meu inconsciente. Auto sabotagem contra relações mornas perigosas e arriscadas, eu sei.

Abism.ado

Suma da minha frente.
Suma da minha vida.
Não me siga,
Tudo isso pra não me sentir irritada,
Pois tudo o que vc faz me incomoda:
O seu jeito de ser,
De viver, de dizer tudo o que pensa e sente
E o seu jeito de não falar comigo,
De ignorar que existo.
Mas mesmo assim vc ainda cruza meu caminho.
Para com isso...
AGORA!, que eu estou mandando.
Quero ser dona dos meus próprios planos
Sem vc nos meus pensamentos.
Tá me enlouquecendo,
Sai daqui,
Que eu não aguento mais
Essa solidão que me faz lembrar
O que existe dentro do abismo entre nós dois.

sábado, 25 de setembro de 2010

Satisfação

Ficarei alguns poucos dias sem postar (talvez 2 ou 3). É difícil fazer isto de final de semana. Mas continuarei poduzindo muito no meu caderninho de anotações... nele, as palavras continuarão a todo vapor! Até mais.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Dreams... dreams...

Sonhei com mamys... fazia uns 2 ou 3 meses que eu não sonhava com ela... já estava morrendo de saudades! No sonho ela havia voltado pra ficar, como se a morte fosse apenas uma viagem... Ela estava extremamente carinhosa, muito mais do que o normal. E me ajudou a reformar a casa e a arrumar as coisas que estavam bagunçadas... Arrumando tudo, revimos coisas do passado, sapatinhos de criança, que eram do meu irmão. Vimos os esmaltes dela e ela parecia não estar tão apegada as coisas dela como era antes qndo ela estava viva. Foi tão bom. Sinto a presença dela até agora...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Evidências

"Quando digo que não quero mais você
É porque eu te quero
Eu tenho medo de te dar meu coração
E confessar que eu estou em suas mãos" (Jose Augusto / Paulo S. Valle)

A alcoolista

Me envergonhei.
E para esquecer, um copo de cachaça tornei.
Mas era, na verdade uma desculpa para me embebedar.
Não me envergonhei de propósito para conseguir uma desculpa.
Na verdade, não sei lidar com as minhas frustrações
nem olhar pros meus medos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Preciso registrar algo aqui. Há 2 dias conheci uma Nina. Intuições, premonições a parte...
Que tipo de paixão era aquela? Quem pensa, diz, sente e escreve esses tipos de coisas e não me faz sentir nenhuma borboleta? Ou ela é muito mentirosa, ou uma doida varrida. Cadê toda aquela emoção e turbilhão que diz sentir? Não se encaixou. Nem objetivos, nem modos de expressões, nem toque, nem o beijo. Nada daquilo encaixou. (E nem por isso tenho o direito de julgá-la mentirosa, nem uma doida também não.)

domingo, 19 de setembro de 2010

A Camila

Ela é escritora, leitora, gosta de cozinhar tomando cerveja. Ela ama os animais, ama amar e ama o mar. Chora, ri, dorme e suspira. Busca sempre viver o melhor da vida. Se desespera em situações poucas e mantém a serenidade em situações tensas. Gosta de brincar, se diverte sempre que pode. Finje ver a vida leve e se engana pra não sentir o peso que é ser quem se é. Maquia-se sempre que quer se ver bonita e escolhe descontrair-se mesmo sem bebida. Encosta no travesseiro, pensa, lembra, sente saudade do que foi e não é mais, inclusive dela mesma. Ela é inadequada: impulsiva quando não se deve e se controla demais quando deveria se jogar. Tem amigos, família e animais de estimação; troca afetos com todos estes e sente-se bem acompanhada mesmo longe dos vínculos. Tem objetivos de vida, uma rosa dos ventos interna, porém dúvidas infinitas sobre que rumo tomar. Ela também é (está) essas coisas todas (além de muitas outras), sem nunca se perder de vista.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A máscara

Hoje acordei serena. Como se nada tivesse acontecido. Como se não houvesse passado um só dia desde o último em que me senti assim. Tomei meu chocolate quente, fumei o primeiro cigarro e me pus pra rua. Até quando terei essa sensação de liberdade?, pensei. Pensar é um prazer imediato na intenção de se liberar endorfinas. Seja um bom ou mal pensamento, todos eles possuem as mesmas funções: a de equilibrar. Chegando no trabalho, coloquei minha máscara de contente, como todos os dias e cumprimentei a todos. Será que sou a única a me mascarar? Não. Todos aqueles que vivem em sociedade vestem um personagem para ser suportável a convivência. Tanto a dos outros quanto a sua própria para os outros e com você mesma. E mesmo sabendo disso, fico surpresa a cada máscara que cai. Às vezes acontece da mascara cair. Pois quem a usa deixa escapar certas coisas. Como um dia em que eu estava em frente ao prédio onde moro, esperando o ônibus chegar, e lá longe estava ele, sorridente como uma criança que acabara de ganhar um presente. Não podia acreditar... como ele pôde? Distraída, dei o sinal para o primeiro ônibus que passava. Sentei no primeiro banco que vi e desatei a chorar. As máscaras a minha volta vieram perguntar se tudo estava bem; eu respondia que quando se chora nem sempre tudo estava indo mal. Afinal, eu o vi sorrindo, quase que gargalhando, e aparentemente para ele tudo estava a mil maravilhas. Enxuguei as lágrimas e perguntei para onde o ônibus estava indo. Me respondera de uma forma tão terna, que tive vontade de sorrir. Agradeci e desci no ponto seguinte. Sem saber onde eu estava, entrei em um boteco para tomar um café e acender um cigarro. Coloquei as ideias no lugar, então comecei a andar. Tão sem rumo quanto um barco à velas sem leme, que novamente pude sentir a leveza da vida. Dane-se o trabalho, dane-se os clientes e dane-se todo e qualquer tipo de obrigação. Meu único compromisso era comigo e minha liberdade. Deixei a máscara dentro da bolsa e continuei andando. Quando me dei conta já sabia onde eu estava: próxima do trabalho. Ainda dava tempo de honrar o horário de entrada (e sem máscara!). Neste dia mágico, agi com doçura incomensurável, todos me retribuiam com gentilezas e sorrisos. Percebi que há momentos em que as máscaras não são tão necessárias. Naquele dia, mesmo com raiva de todos aqueles pensamentos que rodeavam dentro da minha cabeça, guardei-a (a raiva) na bolsa, junto com a máscara e aprendi um pouco mais a deixar as coisas desnecessárias pra lá. Pois a cada dia aprende-se mais sobre a mesma coisa. E hoje, em que despertei serena, após cumprimentar todos, me lembrei dos aprendizados da vida, tirei a máscara e guardei na bolsa. Pois afinal, há uma grande diferença entre tirá-la propositalmente ou deiá-la cair...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Velocidade e veracidade do tempo

Quando a dor está fresca, o tempo passa devagar...
Quando preciso fazer muitas coisas, o tempo passa muito rápido...
Quando paro pra pensar no tempo, a impressão é que na verdade ele simplesmente não existe!

Dorme e acorda

"Ela que descobriu o mundo e sabe vê-lo do ângulo mais bonito. Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes. Sente e vive intensamente. Aprende e continua aprendiz, ensina muito e reboca os maiores amigos. Faz dança, cozinha, se balança na rede e adormece em frente à bela vista. Despreocupa-se e pensa no essencial. Dorme e acorda. Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana. Fala inglês e canta em inglês. Escreve diários, pinta lâmpadas, troca pneus. E lava os cabelos com shampoos diferentes. Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa e corre quando quer. Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano e brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga. Tem computador e rede, rede para dois. Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão. Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs. Vai ao teatro, mas prefere cinema. Sabe espantar o tédio. Cortar cabelo e nadar no mar. Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda. Estou com saudades e penso tanto em você. Despreocupa-se e pensa no essencial. Dorme e acorda" (Gerânio - Marisa Monte)

A vertigem

"O que é a vertigem? O medo de cair? Mas por que sentimos vertigem num mirante cercado por uma balaustrada? A vertigem não é o medo de cair, é outra coisa. É a voz do vazio embaixo de nós, que nos atrai e nos envolve, é o desejo da queda do qual logo nos defendemos aterrorizados." (A insustentável leveza do ser - Milan Kundera, Pg. 65 - Editora Rio Gráfica)

Vampirismo

Como um vampiro, sugo a energia daquilo que desdenho
Se a vertigem é o desejo de jogar-se,
Nossa consciência é a mãe da hipocrisia.

Estou me alimentando da parte de um todo
Daquilo que, metade é tudo o que não quero
E a outra metade, é o que mais desejo.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Carta ao decepcionado

"Sei que não tem o conhecimento do que fiz. Irei confessá-lo nas próximas linhas. Tome cuidado para não se magoar nem se amargar. Te usei. Usei como se usa um chiclete para disfarçar o mal hálito em dias de fome avançada. E fiz isso para enganar a dor. O meu mecanismo de defesa preferido é este: auto-engano. Me engano com antídotos contra a solidão que é ser quem se é. E não fiz isso sem querer não; foi tudo planejado, milimetricamente estratejado. Estava doendo muito onde eu estava. Precisei mudar de lugar, quis me mudar pra você. No seu corpo eu morei. Me instalei nas suas entranhas, em sua mente, nos seus cabelos e no seu perfume. Quis me misturar ao seu jeito de ser e aos seus costumes. Te usei. Fiz isso para me sentir melhor, porque assim quis, porque o céu é azul e isso foi um poço sem fim. Te usei pois só pensei em mim. Me satisfzer sozinha não é possível, então te usei. Fiz isso para parecer normal e bela como flores orvalhadas ao amanhecer. Fiz isso para assim me sentir bem. Não medi os esforços nem as consequências deste ato mal pensado. Fiz isso e não me arrependo. Estou te confessando não para me sentir alivida (pois não me sinto culpada), mas para reproduzir em você aquele amargo que eu sentia no início, quando comecei a te usar. Mas ainda falta lhe assumir outra coisa engasgada. Como um chiclete duro e sem sabor, você se transformou em algo que me desencantou. Mas nem por isso vou te pedir perdão. Pois fui eu quem mastigou teu coração. Te usei. Mas te guardei. Te grudei em baixo da mesa que tenho na sala. E gosto de saber que está lá. Sem ninguém te ver nem te tocar. É lá que gosto de te guardar. Em um local arejado, na sombra, sem mais nenhum semelhante ao teu lado. Na verdade, você está lá no fundo do obscuro, criando teias de aranha e atraindo poeiras. Beijos de alguém que te odeia."

Babel, o filme

Atitudes são bolhas de sabão, pedras no miolo do pão. Lágrimas com razão. Suspirar sem emoção. É contar de grão em grão. Flutuar sem suspensão. Viajar em vão. É chorar sem ter perdão. Tudo o que se faz, repercute em algum lugar, mesmo sem você ter o conhecimento disto.

Indomável

Decepção é uma frustração da expectativa que cria-se dentro da ilusão. Ilusão é a paixão que estraçalha o coração. Deixa ele miudinho, pequenino, fraco, indefeso e assustado. As palavras não existem. Elas só dão formas à significados de conteúdo onírico, imaginário e refratário.

Existe?!

Eu já sei que Papai Noel não existe, como também sei que a mágica parece que existe, mas não existe. Sei que ilusão pode existir. Relações eternas não existem, exceto com você mesma e com Deus. O amor universal, incondicional existe. O amor romântico não. A paixão é mágica. Se a mágica não existe, a paixão também não.

Seja!

Olhe pare sempre, sorria com os dentes. Mesmo que tudo suma de repente. Olhe para frente, sem ser de ré. Ande e suba sempre com muita fé. Relaxe e finja, finja ser rei. Assim com certeza eles verão. Mesmo não sendo quem você é, pode cair a máscara, viu?

Faça!

Cale a boca. Mas não com um beijo. Cale a sua boca com meu desejo. Durma e sonhe. Mas não comigo. Sonhe com ele, seu inimigo. Viva e aprenda. Mas não pela dor. Viva enquanto durar o estupor. Seja criança, mas não infantil. Seja ridícula e finja que riu. Não se sinta idiota, esqueça o que vier. E mande TODOS a puta que lhe pariu!

Nina

Nina canhão. Nina assassina. Nina o cão. Nina a rima. Rima sem rir. Ri sem esperar. Esperar o que? O pôr do sol? Ou o amor chegar? O amor próprio no coração de quem se ama é apaixonar-se por si mesmo. Tal narcisismo, uma paixão em desespero. Sinta o sangue escorrendo, beba o veneno para matá-lo. Rancor sem ódio. Amor sem remorsos. Vida sem rumo. Rumo sem vida. Nine a criança. A criança do avesso.

Acontecimentos

Por que as coisas que queremos que aconteçam não acontecem?
Por que as coisas que não queremos que aconteçam, acontecem?
Por que acontecem?
Como acontecem?
Por que tentamos entender tudo o que acontece?
A vida não nasceu para ser entendida
e sim para ser sentida e,
redundamente vivida.
E quando acontece?
Como nós nos portamos diante dos acontecimentos da vida?
Cria-se uma (ou várias) expectativa(s)?
Frustra-se?
Derrama-se?
Transborda-se?
Supera-se?
Transcende-se?
Ou simplesmente morre-se para renascer-se do pó.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O silêncio vale mais do que mil palavras....

O andar da carroagem

O andar da carroagem
É como um cavalo sem rumo
Que se entrega ao destino,
Um poço sem fundo.

É como caminhar ou viajar
Sem ter hora pra voltar,

É como orar sem implorar
Da forma que um moribundo atuaria,
É ressonar sem roncar,
É o que faria uma puta vadia

Sem precisar ter local pra refletir
Sem precisar consentir nem rir

É ver a hora passar,
Sem ter planejado pra onde ir

xxx

A fumaça que se dissipa no ar
O vento leva e desfaz
Às vezes parece densa
Como um anjo que não vive mais

Mas quando ela sobe
Procurando a liberdade
Sem forma nenhuma,
Nem um pingo de vaidade
Parece leve, sem peso
Como o andar da carroagem
Estouprecisandolidarcomalgumas(várias)frustrações...
peraí q eu vou lá e já volto. já volto... um dia volto.

domingo, 12 de setembro de 2010

Carrocel

Sou como um carrocel,
giro e giro,
cavalos,
em subidas e descidas,
porém, muitas vezes sem compasso...

sábado, 11 de setembro de 2010

Amor é a capacidade de estar só

Você deveria ser capaz de estar só,
completamente só e, ainda assim,
tremendamente feliz. Então, você
pode amar. Então, seu amor não é
mais uma necessidade, mas um
compartilhar, não mais é uma carência.
Você não se tornará dependente das
pessoas que você ama. Você
compartilhará - e compartilhar é bonito.

Mas o que comumente acontece no mundo é:
você não tem amor, a pessoa que você pensa
que ama não tem nenhum amor em seu ser
também, e ambas clamam pelo amor do
outro. Dois mendigos mendigando entre si.
Como resultado, as brigas, o conflito, a contínua
rixa entre os amantes - a respeito de coisas
triviais, coisas imateriais, coisas estúpidas!
Mas continua-se brigando.

O conflito básico surge porque o marido acha
que não está recebendo o que tem direito de
receber, a mulher acha que não está recebendo
o que tem direito de receber. A mulher acha que
foi enganada e o marido também acha que foi
enganado. Onde está o amor? Ninguém está
preocupado em dar, todo mundo quer receber.
E quando todo mundo está atrás de receber,
ninguém recebe. E todo mundo se sente
perturbado, vazio, tenso.

A fundação básica está faltando, e você
começa a construir o templo sem a fundação.
Ele irá cair, desabar a qualquer momento.
E você sabe quantas vezes seu amor ruiu.
E, ainda assim, você prossegue fazendo a
mesma coisa repetidamente. Você vive em
tal grau de inconsciência! Você não vê o que
você tem feito à sua vida e à vida das outras
pessoas. Você continua, como um robô,
repetindo o velho padrão, sabendo
perfeitamente bem que você já fez isso antes.
E você sabe qual tem sido, sempre, o resultado.
E lá no fundo você também está ciente de que
vai acontecer o mesmo novamente - porque
não há nenhuma diferença. Você está se
preparando para a mesma conclusão,
o mesmo colapso.

Se há algo que você deve aprender do fracasso
do amor, é: torne-se mais consciente, mais
meditativo. E por meditação eu quero dizer a
capacidade de estar alegre sozinho. Muito raras
pessoas são capazes de estarem felizes sem
absolutamente nenhuma razão - simplesmente
sentar-se em silêncio e completa felicidade!
Os outros acharão essas pessoas loucas, porque
a idéia de felicidade é que ela tem que vir de
alguém. Você encontra uma linda mulher e você
fica feliz, ou você encontra um homem belo e
você fica feliz. Sentar-se em silêncio em seu
quarto e feliz?! Feliz desse jeito!? Você deve estar
louco! As pessoas vão suspeitar que você está
usando alguma droga, que você está chapado.

Sim, a meditação é o LSD definitivo. Ela está
liberando seus poderes psicodélicos. Está
liberando seu próprio esplendor aprisionado.
E você se torna tão alegre, surge uma tal celebração
em seu ser, que você não necessita de nenhum
relacionamento. Você pode se relacionar com as
pessoas... E esta é a diferença entre relacionar-se
e relacionamento: relacionamento é uma coisa:
você se apega a ele; relacionar-se é um fluxo, um
movimento, um processo. Você encontra uma
pessoa e você ama, porque você tem muito amor
disponível”.Osho, do livro The Dhammapada.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Amores errados!

Isso é só uma repetição,
Vc pensa que isto é único,
Mas não se engane não.

É apenas uma tranferência amorosa,
Você não é a primeira, nem a última.
Ele utiliza frases clichês
E isso não te faz ser a única.

Outras mulheres já ouviram dele
e disso eu tenho a prova,
pois os ouvidos eram meus
mas para você isto importa?

Você pensa que é verdadeiro,
mas o que acontece com intensidade
em grande velocidade não passa de ilusão;
uma mentira tamanha, um filme de ficção.

Este amor romântico tem validade,
tem o seu dia para acabar;
e todos os seus planos irão desmoronar.

Ele gosta de disputa, em se sentir motivado,
sempre se ilude em amores errados.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O escondido

Pra que o escondido?Esconder de quem mesmo?
O que é o escondido?
É correr de algo que se abomina
dentro da sua história?
É não viver o vívido -
Como o aqui e o agora?
Tapar o sol com a peneira?
Não assumir o que se deseja?
Ou simplesmente negar
o óbvio que te aflora?
Sonhei... que estava em um restaurante, que havia sido atendida assim que cheguei, pedi uma coca-cola e ela veio, aí depois disso, pedi a comida e fiquei 2hs esperando a comida chegar, qndo me irritei e quis sair andando, falei um monte pros funcionários, comecei a gritar e a causar demaaais, eles queriam pegar a chave do meu carro a todo custo, para que eu não fosse embora sem pagar UMA coca-cola. Aí chegou a polícia depois e as ruas estavam parecendo um pandemônio, tudo bagunçado, tudo parado, tudo escuro, tudo feio, e eles queriam aterrorizar a tds. Quando fui fumar um cigarro, vi que tinha umas coisinhas brancas dentro do meu cigarro, que era cocaína do meu irmão. Tirei do cigarro, coloquei dentro do sutiã, nesse transporte, entrou embaixo da minha unha e eu acabei cheirando sem querer. Quando dei de cara com a polícia, sabia que nada iria acontecer comigo...
Interpretação? Não sei... nada de resquício, nada de veracidade com o real, nada de nada...

Sonho nº2: sonhei com o Eloy tb. Não me lembro do sonho e não sei pq.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Trocas

ele sabe que a intimidade da moça é cara.pra ela isso é fácil, mas para quem não possui tal facilidade, conclui-se em uma dificuldade.
ele valoriza-a, confiando a ela seus segredos mais íntimos.
ele quer comprar a solução de sua dificuldade na loja da moça, depositando toda sua confiança nela.
esse processo de entregas, onde dará?
será que o mocinho encontrará na mocinha as suas respostas? ele almeja ter o que ela é. assim, ele a deseja. daí nascem diversos sentimentos sem fim.
e nela? onde estaria a tranferência amorosa?
seu faro canino detecta a kilometros de distância aqueles com dificuldades de se envolver, é o que a atrai. e como ela detecta isso sem ao menos conhecer a pessoa? isso é um mistério.
ela sabe que, em algum nível, está caindo em repetição com ele. tem tal consciencia. mas será que ela faz parte de alguma repetição do psiquismo dele? será que os vice-versas tb são verdadeiros?
porém, o controle de sua ansiedade é um elemento novo introduzido em sua vida. a cada relacionamento um elemento novo é introduzido, apesar de algumas certas repetições se perdurarem.
a cada elemento novo introduzido, uma repetição nova que se descobre...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

"Quando você sentir vontade de chorar…
Não chore!
Pode me chamar que eu choro por você.
Quando você sentir vontade de sorrir…
Me avise!
Que eu venho para nós sorrirmos juntos.
Quando você sentir vontade de amar…
Me chame!
Que eu venho amar você.
Quando você sentir que está tudo acabado…
Me chame!
Que eu venho lhe ajudar a reconstruir.
Quando você achar que o mundo é pequeno
para suas tristezas…
Me chame!
Que faço ele pequeno para tanta felicidade.
Quando você precisar de uma mão…
Me chame!
Que a minha é sempre sua.
Quando você precisar de companhia
naqueles dias tristes e nublados,
ou nos dias ensolarados…
Me chame!
Eu venho sim!
Quando você estiver precisando ouvir
alguém dizer: Eu te amo!
Me chame!
Eu digo a toda hora, pois meu amor por
você é imenso.
E quando você não precisar mais de mim…
Me avise!
Que simplesmente irei embora
pensando em você!" (Artista desconhecido)

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Logo menos terei uma corn snake! Alguém tb quer ter uma?
"You say Yes, I say No. You say Stop but I Say Go, Go, Go. Oh No.You Say Goodbye and I Say Hello. Hello, Hello. I Don't Know Why you Say Goodbye. I Say Hello, hello hello. I Say High, You Say Low. You Say Why and I Say I Don't Know." (Hello, Goodbye - The Beatles)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A paixão, a pior de todas as patologias!
O coração acelera,
A respiração se ofega.
As mãos suam,
O rosto rubra de vermelho
E esquenta tudo.
As coisas entortam,
Me sinto entorpecida
Como uma maluca dentro de um surto.
Não estou preparada pra sentir isto.
É uma avalanche de ideias,
Imaginações, sonhos,
Loucuras.
to apaixonada, porra!