Confiança, um ato de coragem
Não quero te convencer de que você deva confiar nas pessoas, de que todos devem confiar um nos outros quando, na verdade, o caminho é o inverso. Quero que você confie em mim. Isso mesmo. Só que vou me esforçar para que isso ocorra, vou fazer a minha parte. Acho que na verdade você deveria passar confiança, e para tal atitude, em primeiro lugar, você deve confiar em si, e para isso deve ter o amor sentido e por sua vez, para recebê-lo, precisa abrir seu coração. Você não abre seu coração talvez por medo, receio, e por isso que concordo com uma frase que li, que o medo é a ausência do amor.
Quero passar confiança e amor, para atingir meus objetivos que terá como conseqüência confiarem em mim.
Quero que você faça o mesmo e assim se preocupará em mudar o que realmente está em seu alcance: você mesmo.
Espalhando e ao mesmo tempo concentrando o amor. Amenizando, cada vez mais, o seu ego. Como conseqüência, irá acabar contaminando as pessoas de amor, confiança, assim, na tentativa de exercer a paz.
É difícil não olhar para o outro sem se comparar. A malícia está em nos percebermos, mais do que olhar para o lado somente para compararmos com o que o outro está fazendo, achando que demonstra desse jeito quais são suas intenções.
Se alguém te enganar, azar da pessoa que o fez. Pode ser, provavelmente, alguém que não tem amor sentido, sem confiança na vida. Essa pessoa se recusa a receber a luz. Imagine como alguém vive dessa maneira.
Mas lembre-se de que o amor somente entra no coração daquele que o abre por conta própria, por próprio punho e risco. Só você tem a chave. Às vezes escondemos de nós mesmos algumas chaves que precisamos, mas para a nossa mente, tudo tem um por que.
Estamos aí. Eles se arriscam por nós sim. E eu sinto que devo me arriscar por eles também, além de me arriscar pelo amor sentido e expresso.
Camila Martinez Silva
Nenhum comentário:
Postar um comentário