Devorou a carta em um segundo. Gostou de saber como essa garota se encheu de magia. Gostou de saber do fio do cabelo que agora não tão longo, assim como a distancia entre a autora da carta e sua garota.
Ficou feliz por ela. Fica feliz pelos seus amigos, sempre. Mas só tem uma coisa, ela nao tem sorvete, nao tem cereja, tem uma amiga, a cereja, mas ela nao mora no topo d sorvete nenhum, ela mora dentro de compotas de doces.
Terminou de ler a carta toda. Seus olhos ameaçaram uma inundação. Apertou fortemente a carta contra seu peito e soltou um grito de liberdade. Urrou dentro dela mesma, chorou dentro dela, lamentou por ser assim.
CADÊ A MAGIA?
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