sexta-feira, 9 de maio de 2003

Entao ela resolveu ler a carta. Abriu o envelope com cuidado para nao estragá-lo. Leu uma frase de letras tremidas e imaginou um milhao d coisas... serah q ela havia psicografado? A explicaçao estava logo em baixo: " => É que tinha tentado escrever na lotação."

Devorou a carta em um segundo. Gostou de saber como essa garota se encheu de magia. Gostou de saber do fio do cabelo que agora não tão longo, assim como a distancia entre a autora da carta e sua garota.

Ficou feliz por ela. Fica feliz pelos seus amigos, sempre. Mas só tem uma coisa, ela nao tem sorvete, nao tem cereja, tem uma amiga, a cereja, mas ela nao mora no topo d sorvete nenhum, ela mora dentro de compotas de doces.

Terminou de ler a carta toda. Seus olhos ameaçaram uma inundação. Apertou fortemente a carta contra seu peito e soltou um grito de liberdade. Urrou dentro dela mesma, chorou dentro dela, lamentou por ser assim.

CADÊ A MAGIA?

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