sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Era um amor inconfundível, daqueles onde se cria borboletas, perde-se a fome e o sono; daqueles que se entrega de corpo e alma sem se questionar e que a cada dia que se passa, tal intensidade transforma o tempo em mais, como se uma semana valesse um mês (emocionalmente falando) e como se 4 horas valessem como se fossem 4 minutos ao lado desse amor. Era um amor daqueles que não se vê graça no que faz quando se está longe e que todo o esforço era pouco para permanecer ao lado desse amor, sem limites de se investir naquilo que não tem preço, aquele sentimento que não se escolhe se vai ter, com quem, nem onde nem quando. Não importa quem esse amor é e sim o que ele te faz sentir. Esse amor-paixão de alta intensidade (e igualmente de alto risco) é um privilégio para poucos.
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Um comentário:
As borboletas só duram tempo suficiente pra justificar os jardims.
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