sábado, 6 de março de 2004

Com seu testamento na mão, que era o algo mais precioso e íntimo que possuía, teve medo que alguém passasse correndo e tomasse de sua mão, pensnado que era dinheiro. O que importava para ele era o que sentia e não o que fazia e tudo o que tinha de material. Dentro daquele envelope tinha mais do que palavras, havia sentmento. Ele ia deixar, assim que morresse, todo o seu amor par aquem recebesse a carta transportadora de sentimentos. Transferiria, legalmente todas as emoções que ele guardara por tantos anos. Lágrima por lágrima, sorriso por sorriso. Era tudo o que havia lhe restado: o amor. Minutos antes, chegou na maior conclusão de sua vida, não a mais reveladora, mas a mais importante até aquele momento. Que havia feito a escolha certa. E que, sim, tinah posso da única coisa que fazia ter valido apena ter nascido. Então, como e com um suspiro, se foi. O testamento? O testamento foi junto com ele, pro o que as pessoas chamam de mar.

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