E tem a nostalgia.
E tem o enjoo por causa do cheiro satisfatório de gozo feminino.
E a saudade de sentir solidão.
Ai a gente busca ficar na internet a madrugada toda, até o sono derrubar da cadeira.
Tentando se sentir o mais sozinha possível na hipocresia do desejo de encontrar alguém em algum bate papo.
De lembrar que eu era tão intensa, mas o sofrimento me corrompeu.
De lembrar do meu amigo Rafael que descobriu isso.
E de lembrar que os amigos homens são para de vez em quando, menos os viados (não me pergunte o pq).
Os amigos não querem ficar grudados, e a gente até que sente falta disso.
Azar o meu, q tenho mais amigos do que amigas. Ou eu que PENSO que tenho, mas na verdade são só pessoas, que eu acho legais, que conversam comigo por letras.
Eles estão conversando comigo na minha mente, na minha saudade.
Fico procurando alguém que me conheça, aí eu choro pq concluo q esse alguém ainda nao existe.
Então, me sinto uma invisível incompreendida de tudo.
E eu me pergunto pq as vzs as pessoas acham bom dizer ou ouvir "estou voltando a ser oke eu era antes", se na verdade, o que a gente era e nao é mais pq a gente devia ter mudado mesmo pq nao tava bom daquele jeito.
Eu não sei que horas são. Não sei qndo vc está são. E se eu beber toda a água? Morrerei de sede?
Aí eu pensei: não é que eu sou uma pessoa burra, é que eu penso além de todos os outros, e eles pensam q eu sou boba.
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