sábado, 12 de abril de 2003

Desconheço uma mulher que fizesse o Lúthien fez – ou Julieta. Não conheço homem que fizesse o Beren fez – ou Romeu.
Eles se amavam.
Ponto.
Amavam-se.
Não tem que colocar mais nada.
Se amavam e fariam de tudo um pelo outro, o possível e impossível.

Tô cansando de ver as pessoas batendo nesta tecla: Amor.

Todo dia tem algum e-mail que recebo falando de amor.

Repetem, repetem... e no fim parece que ninguém sabe o que é amor.
Amor se resume em amar.
Ponto.
Além dos Círculos do Mundo e para sempre. É isso.

Em vez de ficarem tentando decifrar o que é amor, porque não começam procurar?
Como diz o Veríssimo: "Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.”


(nao fui eu q escrevi)

Nenhum comentário: